quarta-feira, 4 de junho de 2008

Malandragem, a quanto (não) obrigas...


Ai, a malandragem... que remédio, teve de ficar na prateleira no passado fim-de-semana. É que o chamamento foi mais alto do que a vontade de mandriar.
Sábado à noite foi uma nocturna, isto é, uma caminhada à noite, claro! Foi em Santo Tirso. Começámos às 21h05, marcadas no relógio dos Paços do Concelho e lá fomos nós, algumas dezenas de caminheiros, monte acima, mato adentro e monte abaixo. Dizem eles que passámos pela Quelha da Pessega, Lomba, Abelha, S. Miguel, Capela de Sto António, Monte Padrão, Monte Córdova de Baixo, Igreja de Sta Cristina do Couto e de volta à Câmara Municipal, de onde tínhamos partido. A contagem, por alto, foi de 20 km. O tempo percorrido foi de 5 h certas, isto porque chegámos à Câmara e o relógio marcava as 2h05. Pontaria!
Como se isto não bastasse, domingo rumei à Serra de Valongo, desta vez com os meus Caminheiros, para um dia de escalada, rappel e slide. Consegui um momento de malandrice à hora do almoço, recostada a uma pedra, a descansar os pés e o corpo. Foi este o momento de malandrice do fim-de-semana... o único.
Portanto, malandros e malandras deste país, perdoem-me a falta de ócio! Mas teve MESMO de ser... prometo voltar à malandrice em breve.

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