Estes rapazotes são do meu tempo... agora estão de volta... e até que a letra me diz alguma coisa...
You, you're such a big star to me
You're everything I wanna be
But you're stuck in a hole and I want you to get out
I don't know what there is to see
But I know it's time for you to leave
We're all just pushing along
Trying to figure it out, out, out.
All your anticipation pulls you down
When you can have it all, you can have it all.
So come on, so come on, get it on
Don't know what you're waiting for
Your time is coming don't be late, hey hey
So come on
See the light on your face
Let it shine
Just let it shine
Let it shine.
Stop being so hard on yourself
It's not good for your health
I know that you can change
So clear your head and come round
You only have to open your eyes
You might just get a big surprise
And it may feel good and you might want to smile, smile, smile.
Don't you let your demons pull you down
'Cause you can have it all, you can have it all.
Hey let me know you
You're all that matters to me
Hey let me show you
You're all that matters to me.
Hey let me love you
You're all that matters to me
Hey so come on yeah
Shine all your light over me.
"Take That" malandros!
domingo, 15 de julho de 2007
segunda-feira, 2 de julho de 2007
Vivam os fins de semana!
Ah, fim de semana, fim de semana...
Fim de semana rima com a arte de não fazer nada, ie, de malandrar. Bem, não rima... mas é verdade!
Este foi um fim de semana como já não me lembrava de ter. Malandrice quanto baste, isso sim, mas desta vez foi um bocadinho diferente. Não foi um daqueles fins de semana passados inteirinhos em frente à televisão, esparramada no sofá, a passar pelas brasas nos (enormes!!!) intervalos de qualquer coisa que esteja a dar na TV, com o tabuleiro munido de víveres para poupar a ida à cozinha (que é sempre longe que se farta para quem está a malandrar...) Este fim de semana não. Eis-me a levantar cedo no sábado, a ir à feira ver as novidades sempre na moda dos ciganos (quem é que não vai à feira só para ver as novidades dos ciganos? não havia nada de especial, digo-vos já) e depois do périplo rapidíssimo pelas bancas dos gitanos, eis-me a caminho da praia, para quê, para quê? para nada! para ir lá espreitar a areia e confirmar se o Verão já chegou ou não. Não, não chegou. Parece que ainda está a fazer as malas lá no destino longe onde está e primeiro que já chegue... pfui, com as escalas que tem de fazer, só lá para o Outono... Pois, fim de semana, feiroca, passeiozinho na praia, saladinha na esplanada e depois, mais esplanada para café e sumos até ao final da tarde numa boa companhia.
Domingo foi mais voltado para o sofázito... sim, que o Leo merece um bocadinho... Mas ainda assim, foi de uma forma diferente das outras. Mais movimentada, com direito a uma rápida visita ao Shopping (SOCORRO!) para comprar mantimentos. E a noite com os amigos fechou em beleza uma semana de cão e deu ânimo para uma semana de cachorrinho que começa.
Vivam os fins de semana! Devia haver um feriado a comemorar os fins de semana! Principalmente os que são passados na malandrice e no triângulo de sobrevivência de domingo (sofá/comando/tabuleiro)
Venham os fins de semana, já agora de sol!
Deixem-nos dizer que não fizémos nada no fim de semana e pensar "Ah, malandro...!"
Fim de semana rima com a arte de não fazer nada, ie, de malandrar. Bem, não rima... mas é verdade!
Este foi um fim de semana como já não me lembrava de ter. Malandrice quanto baste, isso sim, mas desta vez foi um bocadinho diferente. Não foi um daqueles fins de semana passados inteirinhos em frente à televisão, esparramada no sofá, a passar pelas brasas nos (enormes!!!) intervalos de qualquer coisa que esteja a dar na TV, com o tabuleiro munido de víveres para poupar a ida à cozinha (que é sempre longe que se farta para quem está a malandrar...) Este fim de semana não. Eis-me a levantar cedo no sábado, a ir à feira ver as novidades sempre na moda dos ciganos (quem é que não vai à feira só para ver as novidades dos ciganos? não havia nada de especial, digo-vos já) e depois do périplo rapidíssimo pelas bancas dos gitanos, eis-me a caminho da praia, para quê, para quê? para nada! para ir lá espreitar a areia e confirmar se o Verão já chegou ou não. Não, não chegou. Parece que ainda está a fazer as malas lá no destino longe onde está e primeiro que já chegue... pfui, com as escalas que tem de fazer, só lá para o Outono... Pois, fim de semana, feiroca, passeiozinho na praia, saladinha na esplanada e depois, mais esplanada para café e sumos até ao final da tarde numa boa companhia.
Domingo foi mais voltado para o sofázito... sim, que o Leo merece um bocadinho... Mas ainda assim, foi de uma forma diferente das outras. Mais movimentada, com direito a uma rápida visita ao Shopping (SOCORRO!) para comprar mantimentos. E a noite com os amigos fechou em beleza uma semana de cão e deu ânimo para uma semana de cachorrinho que começa.
Vivam os fins de semana! Devia haver um feriado a comemorar os fins de semana! Principalmente os que são passados na malandrice e no triângulo de sobrevivência de domingo (sofá/comando/tabuleiro)
Venham os fins de semana, já agora de sol!
Deixem-nos dizer que não fizémos nada no fim de semana e pensar "Ah, malandro...!"
sábado, 16 de junho de 2007
O tango e a malandragem
Dei por mim a pensar no que me fez a malandragem...
Alguns de vós de saberão que eu sou (ou melhor, fui, ou melhor ainda, gostaria de continuar a ser...) um bicho do palco. Já lá vão uns anos que não piso um palco a sério e que não faço nada a sério. Os tempos em que representava, dançava e cantava já lá vão. A oferta mais próxima que tenho hoje em dia é a dos míseros palcos que os Karaokes têm. Sim, confesso, sou Karaokiana, pouco convicta neste momento, mas lá vou passando uns serões agradáveis com os amigos à volta de um microfone e de uma televisão. Esta é um visão um bocado deprimente da coisa, que na realidade não é bem assim... aquilo chega a ser uma paródia, para nós Karaokianos!
Voltando ao tema, dei por mim a pensar no que me fez a malandragem quando um destes dias vasculhava no YouTube (site maravilha!) filmes sobre Tango - sim, tango argentino, pois claro! aquele dos canalhas, dos ciumentos, dos amores e desamores, aquele de arrebatar qualquer um que o dance, esse! - e eis que encontro um filme, ou melhor um excerto de um filme, que por acaso foi o que me ficou retido de todo o filme "The Tango Lesson". Nesse excerto, a actriz principal, Sally Potter, dança com três outros personagens, simultaneamente. O tango chega a ser uma dança muito rápida e intrincada até, e dançá-lo com três parceiros ao mesmo tempo, é obra.
Alguns de vós de saberão que eu sou (ou melhor, fui, ou melhor ainda, gostaria de continuar a ser...) um bicho do palco. Já lá vão uns anos que não piso um palco a sério e que não faço nada a sério. Os tempos em que representava, dançava e cantava já lá vão. A oferta mais próxima que tenho hoje em dia é a dos míseros palcos que os Karaokes têm. Sim, confesso, sou Karaokiana, pouco convicta neste momento, mas lá vou passando uns serões agradáveis com os amigos à volta de um microfone e de uma televisão. Esta é um visão um bocado deprimente da coisa, que na realidade não é bem assim... aquilo chega a ser uma paródia, para nós Karaokianos!
Voltando ao tema, dei por mim a pensar no que me fez a malandragem quando um destes dias vasculhava no YouTube (site maravilha!) filmes sobre Tango - sim, tango argentino, pois claro! aquele dos canalhas, dos ciumentos, dos amores e desamores, aquele de arrebatar qualquer um que o dance, esse! - e eis que encontro um filme, ou melhor um excerto de um filme, que por acaso foi o que me ficou retido de todo o filme "The Tango Lesson". Nesse excerto, a actriz principal, Sally Potter, dança com três outros personagens, simultaneamente. O tango chega a ser uma dança muito rápida e intrincada até, e dançá-lo com três parceiros ao mesmo tempo, é obra.
Há uns anos atrás aprendi a dançar tango argentino. Era uma boa aluna, promissora, segundo os responsáveis pelas aulas. Ofereceram-me um curso intensivo com bailarinos profissionais argentinos e o ponto alto do final do curso foi um jantar dançante no mítico Café Majestic, no Porto, com direito a homens de plainitos e mulheres com vestido pretos com rachas até quase à cintura!
Depois, já não sei muito bem porquê, deixei de ir. Deu-me para a malandragem, talvez... não sei. Só sei que de repente me deu uma saudade e uma vontade doida de voltar aos "oitos", aos "boleos", às "sacadas"... fiquei com vontade de voltar aos tangos e às milongas!
Por isso, procuram-se canalhas! mas que não se dêm à malandrice como eu.
Já agora, aconselho o filme e a banda sonora!
Por isso, procuram-se canalhas! mas que não se dêm à malandrice como eu.
Já agora, aconselho o filme e a banda sonora!
sábado, 2 de junho de 2007
Gato malandro...
Pronto, é o divertimento... eu não tive muita sorte, talvez outro gato tenha...
Sigam as istruções e divirtam-se, malandros!
http://www.mamata.com.br/enduro/gato.html
Sigam as istruções e divirtam-se, malandros!
http://www.mamata.com.br/enduro/gato.html
Homenagem ao malandro
Chico Buarque/1977-1978
Para a peça Ópera do malandro, de Chico Buarque
Eu fui fazer um samba em homenagem
À nata da malandragem
Que conheço de outros carnavais
Eu fui à Lapa e perdi a viagem
Que aquela tal malandragem
Não existe mais
Agora já não é normal
O que dá de malandro regular, profissional
Malandro com aparato de malandro oficial
Malandro candidato a malandro federal
Malandro com retrato na coluna social
Malandro com contrato, com gravata e capital
Que nunca se dá mal
Mas o malandro pra valer- não espalha
Aposentou a navalha
Tem mulher e filho e tralha e tal
Dizem as más línguas que ele até trabalha
Mora lá longe e chacoalha
Num trem da Central
Para a peça Ópera do malandro, de Chico Buarque
Eu fui fazer um samba em homenagem
À nata da malandragem
Que conheço de outros carnavais
Eu fui à Lapa e perdi a viagem
Que aquela tal malandragem
Não existe mais
Agora já não é normal
O que dá de malandro regular, profissional
Malandro com aparato de malandro oficial
Malandro candidato a malandro federal
Malandro com retrato na coluna social
Malandro com contrato, com gravata e capital
Que nunca se dá mal
Mas o malandro pra valer- não espalha
Aposentou a navalha
Tem mulher e filho e tralha e tal
Dizem as más línguas que ele até trabalha
Mora lá longe e chacoalha
Num trem da Central
quinta-feira, 17 de maio de 2007
Definição - parte 2
Malandro
Não queremos conotar os malandro e malandras deste blog como pessoas más, desordeiras, ociosas, amigas do alheio e outras coisas que tais... não! Queremos conotá-las como pessoas que levam uma boa vida, que gozam a vida (às vezes até demais), perfeitos "bon-vivant", estrelinhas que nos guiam... enfim, e que fazem umas malandrices de vez em quando. Não daquelas malandrices que afectam directamente as pessoas que os rodeiam, mas das outras, daquelas que são permitidas fazer e que apetece dizer entre um sorriso "ah, malandro...!"; daquelas que nós fazíamos quando éramos pequenos e que nos valiam uma reprimenda ou um belo estaladão que nos virava ao contrário mas que, ao fim deste tempo todo, ainda recordamos com saudade.
Não daquelas malandrices de hoje em dia, porque quem as pratica são, na maior parte das vezes vândalos, pessoas sem moral ou escrúpulos, que não sabem onde a liberdade deles acaba e a do outro começa, que não olham a meios para atingir os fins (que são, na maior parte das vezes, inúteis e estéreis!). Que destroem pelo prazer de fazer mal, só pelo prazer de fazer mal!
Mas desses, não rezarão estas histórias.
Queremos mais malandros dos bons! Mais dias de sol para mandriar! Mais brincadeira e mais malandrice da boa!
Queremos mais e melhores ideias para malandrar!
Queremos sorrir e rir e dizer bem alto:
"Ah, malandro...!"
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